terça-feira, 22 de setembro de 2015

Nissan Z GT500: A bela implacavel


Por Augusto Aldon -

No ano de 2002 o mundo celebrava a mais nova geração dos chassis Z da Nissan o 350Z ou como é conhecido no Japão Fairlady Z.

Com um grande sucesso nas ruas, a marca nipônica aposentou o guerreiro de longa estrada o Skyline GTR que se encontrava na ativa desde 1999, trazendo o novo Nissan Z em 2004, afim de continuar o império da Nissan dentro do JGTC/Super GT.
Apresentação do Nissan Z GT500
 Com uma Homologação especial chamada de Type-E (para poder competir no regulamento GT500), o Z33 ganhou uma longa traseira e dianteira em uma carroceria de fibra de carbono.

Uma das grandes revoluções do modelo, foram os seus grandes difusores traseiros e laterais, que aumentavam sua sua estabilidade e velocidade em curvas, porém foi corrigido através dos anos, pois sua velocidade extrema em curvas, por vezes colocava em risco os pilotos, fazendo do Z a maquina definitiva dentro do GT500 de 2004 até 2007 continuando o reinado da NISMO dentro do campeonato japonês.

O coração que foi dado pela Nissan ao modelo foi o potente V6 VQ30DETT que tempos depois fui trocado pela versão V8 da Nissan, debitando potencia na casa dos 500cv de força.


Mesmo antes de subir de categoria, o Nissan Z tinha se consagrado campeão da GT300 no ano de 2003 com a Hasemi Sports, sendo utilizado até as temporadas atuais dentro da classe mesmo sendo substituído em 2008 pela nova geração do Nissan GTR.


Mesmo que oficialmente fora de linha desde 2009, com o novo Chassis Z34 em seu lugar o 350Z/Fairlady Z ainda é ativo nas pistas e aclamado por muitos entusiastas por conta de seus impressionantes números que foi dominante dentro do automobilismo japonês durante anos com o titulo de mais veloz carro de JGTC/SuperGT. 

Espero que gostem e até o próximo Post

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Forte como um "TANK"



Por Augusto Aldon -
Jay leno é uma grande figura da TV americana, devido ao grande sucesso de seu Talk Show, porém Jay é um grande entusiasta do mundo dos carros, possuindo uma vasta coleção das mais belas maquinas já produzidas e por vezes se arriscando em projetos inusitados.

Os veículos militares são construidos para ser fortes e resistentes topando qualquer parada, deixando o design de lado focando apenas o usual, mas por que não unir força bruta e estilo em um único veiculo?

Deste pensamento nasceu o Blastolen Special ou o nosso famoso Tank Car, que pertence a nada menos que?....Jay Leno !
M47 Patton, o doador para o Tank Car
O projeto de Randy Grubb, consistia em utilizar o monstruoso motor do velho combatente M47 Patton da década de 1950,
Tão pesado quanto um fusca e também refrigerado a ar, o motor Continental AV-1790-5B V12 e econômicos 29.33L, que nos tempos de blindados rendiam cerca de 810cv.

Após a aquisição de Jay Leno, o grandalhão que inicialmente rendia 900cv, passou por varias melhorias, como freios mais eficientes e um cambio 6 velocidades para distribuir melhor toda essa potencia.
Blastolene mostrando suas entranhas ao lado de seu criador
Leno deu ao seu monstro um sistema novo de injeção e 2 compressores entregando 1600cv de pura brutalidade perambulando pelas ruas de Beverly Hills.

A acidental aparição em Gran Turismo 4

No ano de 2003, durante o desenvolvimento do quarto game da serie, os produtores procuraram Jay Leno afim de gravar sons do motor de alguns carros de sua coleção para o game, mas quando a equipe se deparou com o grandalhão ficaram maravilhados e desde então está presente em todas as edições de Gran Turismo.



O Tank Car em sua primeira aparição em GT4, como um dos carros mais difíceis de se obter


Pesando cerca de 4,3 toneladas e medindo 6,4 metros de comprimento, em suas configurações originais de fabrica, o Tank Car consegue marcar formidáveis 14,7s em 1/4 de milha (150km/h), estimando superar velocidades acima dos 260 Km/h, nada mau para um carro com dimensões que podem ser facilmente comparadas com grandes caminhões. 


O valor estimado para ter um brinquedo como este e de U$250,000 , para quem tiver um bolso bem fundo para sustentar com combustível o "pequenino" motor desta maquina que esbanja potencia e estilo retro como poucos carros exibem na atualidade.

Espero que gostem e até o próximo post !

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Herbie: O Fusca Mais Famoso do Mundo



Por Augusto Aldon -

Os famosos fuscas e seu motores refrigerados a ar, possuem uma legião de fãs mundo a fora, graças ao seu charme a robustez, que lhe deu o titulo de carro mais vendido do planeta.

Toda essa popularidade ajudou o pacato Volkswagen ser o escolhido pelos estúdios Disney, dentre vários outros modelos de nome e fabricantes como Chevrolet, Volvo, Fiat e entre outros, porém o modelo 1963 ficou com o papel de Herbie.

Natural de Wolfsburg na Alemanha (embora sua placa seja da California), Herbie é um Fusca branco pérola (VW L87), com vida própria e muito inteligente que foi exibido ao mundo em 1969 no filme "Se Meu Fusca Falasse"

O filme conta a historia de um desprezado e esquecido fusca que vai parar nas mãos do desiludido piloto de corridas Jim Douglas (interpretado por Dean Jones) que junto com os subestimado compacto de numero 53 estampado na carroceria, volta as pistas ganhando provas e sua confiança.

O modelo escolhido originalmente era dotado de seu tímido motor 1200 vindo de fabrica nos habituais modelos, porém fora substituído por um poderoso motor do Porsche 356, para poder ter tanta disposição durante as gravações.


O modelo da carroceria de Herbie éra o Sun-Roof Sedan, nome dado aos Fuscas com tetos solares cobertos por lona equipados de fabrica.

As cores de suas listras e numero, foram inspiradas no jogador de Baseball, Don Drysdale, que também utilzava o numero 53 em seu uniforme com as mesmas listras de Herbie.


Desde 1969, o Fusca foi astro de 6 filmes e outras series para televisão, contando varias historias como em"As Novas Aventuras do Fusca"(1974) e "Um Fusca Em Monte Carlo"(1977) onde Herbie se apaixona por uma Lancia Monte Carlo



 Herbie disputa contra carros como DeTomaso Pantera, Ferrari GTB, BMW CLS e seus primos Porsche 911 e Laser 917 (o qual é seu rival na corrida), no fim se saindo vitorioso.


No filme seguinte em " A Ultima Cruzada do Fusca" (1980), com um apelo um pouco diferente dos filmes anteriores (com direito a passagem pelo Brasil), Herbie entrou para o Guinness como primeiro carro a atravessar o Canal do Panama durante as filamgens.


17 anos depois em 1997, foi feito um Remake do primeiro filme onde contava as origens de Herbie e como ganhou vida.
Herbie nesta nova historia tem que confrontar um de seus maiores rivais, o Fusca Horacio que dá mesma forma que Herbie ganhou vida própria.


Novamente em 2005 Herbie estava devolta para mais uma vez provar ao mundo que é o fusca mais veloz do planeta, enfrentando carros com imensa potencia como os monstros da NASCAR.
O elenco com grandes nomes como Michel Keaton e Lindsey Lohan," Herbie Meu Fusca Turbinado" trouxe de volta toda nostalgia e magia dos primeiros filmes da serie e explorando novamente o mundo das corridas.

Após seu primeiro amor no longa de 1977, Herbie volta a se apaixonar por um Volkswagen New Beetle, sendo um dos filmes mais aclamados pelo publico, faturando mais de 144mi ao redor do mundo sendo um sucesso comercial.

O filme conta com a participação de grandes nomes da NASCAR como o Tetra campeão Jeff Gordon e o Hexa campeão Jimmie Johnson.
Herbie em sua nova roupa de Stock Car

Nos últimos 45 anos, Herbie nos ensinou valores como união, perseverança e coragem mostrando que não devemos nos intimidar diante a situações difíceis, sendo mais um dos bem sucedidos filmes da Disney.

Me despeço com um vídeo com um dos temas mais clássicos de nosso amado Fusca em sua versão original e atual, deixando um gostinho de.... Quem sabe não somos presenteados com mais uma sequencia do lendário 53?!



domingo, 6 de setembro de 2015

F1 Heroes: pegas e surpresas do inicio ao fim em Monza





O evento Sazonal F1 Heroes ocorrido neste sábado na pista de Monza, foi protagonizado por muitas disputas de posições e reviravoltas durante os 90 minutos de corrida.

Mesmo com problemas de conectividade de alguns players, o grid contou com 5 pilotos:
Fernando Carabette, Flávio Ponte, Leandro Cavalcanti, Augusto Aldon e Carlos Eduardo.

Logo na largada tivemos Fernando Carabette (Knout1) pulando para ponta, e Augusto Aldon(Aldon_Nismo) pulando da quinta para o 3º lugar já na primeira chicane com Carlos Eduardo (Caduwin) logo atrás.

O lusitano Flávio Ponte, que andou muito forte na classificatória ficou muito para trás no inicio da prova, mostrando possíveis problemas fazendo seu primeiro Pit antes das 10 primeiras voltas.
Carlos Eduardo abrindo vantagem sobre Aldon
 Aldon_Nismo sustentava bem o 3º lugar, mas alguns erros lhe custaram a posição para Caduwin, que não vacilou e ultrapassou o inconstante carro prateado.

Leandro Cavalcanti após disputar por algumas voltas a liderança com Carabette, conseguiu ultrapassar abrindo um certa vantagem para o carro de trás, mas quando se aproxima da volta 24, o sol de Monza começou a se esconder dando sinais de templo nublado e possibilidades de chuva.
                         
A inesperada chuva chegou na volta 27, mudando a estratégia da corrida, com Carlos Eduardo e Flávio Ponte sendo os primeiros a fazer suas paradas, e Aldon que vinha logo atrás insistindo com os pneus médios, conseguiu encaixar um ritmo constante recuperando o 3º lugar de Caduwin.
A chuva forte começou a cair sobre a pista Italiana, exigindo muito da habilidade de seus pilotos com níveis de aderência cada vez mais baixos a cada volta que passava, fazendo com que alguns pilotos abandonassem a prova devido a forte chuva que deixava os carros inguiaveis.

Caduwin foi o primeiro a desistir da prova, com o líder Leandro logo em seguida, e Aldon algumas voltas depois.

Knout herdou o primeiro lugar e Flávio Ponte que vinha na quinta e ultima colocação subiu para 2º lugar e recuperando as voltas atrás do líder e alcançando Carabette nas 10 voltas finais.

Debaixo do imenso temporal Ponte e Carabette iniciaram um duelo fantástico pela liderança da prova, com ambos pilotando no limite da aderência, com trocas de posições a cada volta.
Fernando após perder a posição para Flávio a 3 voltas do fim, deu um bote certeiro tomando a posição de Ponte e abrindo uma certa vantagem com um ar de que venceria mais uma corrida em seu currículo, porém na volta final Flávio Ponte tirou a diferença entrando colado em Fernando na curva Parabólica.
Fernando Carebette que vinha por dentro, na parte mais emborrachada da pista estacionou e rodou durante a retomada de velocidade, e Flávio Ponte segurando firme seu monoposto rumou sem problemas nos metros finais até a vitória.

Monza fez jus ao nome da Sazonal, fazendo de pilotos, heróis em guiar mediante ao temporal inesperado que inundava o asfalto italiano, trazendo muitas reviravoltas durante a prova.

Se Monza foi muito bem disputada neste evento, nos cabe esperar pra ver como será os próximos eventos que prometem ser eletrizantes.
  
 
   
 




sábado, 5 de setembro de 2015

Volkswagen Kombi: Pode lotar que ela aguenta


Por Augusto Aldon.

Quem nunca ouviu alguém dizer sobre alguma historia envolvendo este famoso utilitário? Como aquela vez em que desceu para o litoral com a família toda e aquele cheiro de frango assado com farofa e um mix de gasolina?

Ou aquele seu primo de pé pesado, que fez o mítico 1500 derreter em chamas? , se você lembrou destas ou outras tantas historias...sim estamos falando da nossa querida Kombi, melhor dizendo Volkswagen Type 2.

O modelo evoluiu apartir do Plattenwagen, que nada mais era um veiculo adaptado para transportar cargas dentro da fabrica da Volks em Wolfsburg.

Plattenwagen, o pai da Kombi

Depois de uma serie de modificações em março de 1949 o primeiro lote dos Type 2 saíram da fabrica.

Com a ideia de ser um carro multiuso, já na primeira geração (1950-1967 na Europa e EUA e até 1975 no Brasil) o modelo apresentava muitas variações da carroceria que ajudou a ganhar vários fãs.



O modelo ganhou vários nomes nos países os quais era comercializada como: Transporter (UK), Camper, Samba Bus (EUA), Kombi (Brasil), Microbus e etc..

O chassis T1 viveu o auge dos anos 60 com os Hippies, virando um ícone do movimento ficando ainda mais marcada na historia (assim como seu irmão compacto), sempre lembrada pelas cores e desenhos psicodélicos.
  
Para aqueles que sempre tiveram o modelo como referencia de trabalho devido ao seu corajoso motor a ar que puxava quase qualquer coisa dentro e fora e sua carroceria, a Volkswagen também investiu no luxo e conforto do modelo criando a SambaBus (EUA) ou nossa Kombi Luxo, que disponibilizava tudo de melhor em qualidade, estilo e prazer em dirigir, chegando próximo do fim da primeira geração em grande estilo.
A bela Kombi Luxo
 
A segunda geração que foi iniciada na Europa e EUA em 1967 e foi vendida até 1979, no México de 1971 até 1994, mas foi no Brasil que o chassis T2 teve maior tempo de produção de 1975 à 2013, com uma serie de modificações mecânicas, abandonado o convencional motor refrigerado a ar pelos à água.
A ultima Kombi


 A terceira geração que foi lançada apenas na Europa e nos EUA sob o nome de Trasnporter, iniciou em 1979 e foi vendida até 1992 dividindo espaço ainda em 1990 com quarto Facelift de quarta geração.

A quarta geração trouxe uma mudança significativa em sua estrutura, mudando o convencional motor traseiro para os dianteiros, porém sem deixar de lado o titulo de carro econômico e com um ótimo torque, essencial para o transporte de cargas.

Atualmente o Transporter (Eurovan nos EUA) vive a quinta geração do simpático utilitário, que ganhou nossos corações ao longo desses mais de 60 anos de historia, mantendo vivo o espírito da boa e velha Kombi.

Espero que gostem e até o próximo post !

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A paixão por automobilismo


Por Augusto Aldon

Por vezes nos perguntamos o porque amamos carros, e como somos fascinados por essa bela criação do homem que não movimenta apenas pessoas ou cargas, mas também sentimentos de um genuíno apaixonado por velocidade.

Quando buscamos a memória com ímpeto de obter explicações racionais e lógicas para tal sentimento de devoção, chegamos em algum lugar de nossa infância, como um carro que lhe chamou atenção a primeira vista, um passeio descompromissado no banco do passageiro ou até mesmo as típicas brincadeiras de carrinho de todo moleque.

Todas estas experiências de fato podem ter ajudado a aumentar o interesse por carros, mas posso afirmar com toda certeza que grande parte daqueles que se identificarem com esta matéria, foi pego a laço na primeira vez que soube da existência das corridas, para os mais amadurecidos viram o auge da geração Piquet e Senna, os mais adultos a era Schumacher e ascensão dos brasileiros mundo a fora, os mais novos ainda saboreiam da atual fase das corridas, que sempre ira nos marcar em formação de opiniões e gostos dentro ramo automobilístico e que também nos fez pensar nem que só por uma vez em imaginar de como seria guiar um carro a toda velocidade. 



Alguns gostam de Open Whells, outros de Stock Cars e mais um outro punhado de Turismo, mas todos dentro de si que alimenta um sentimento em comum, que dependendo de sua intensidade nós faz perseguir com todas as forças nosso desejo de estar sempre próximo destas maquinas, alguns como hobbie outros como "ganha pão", mas sempre com um senso que une amigos em bares, forums, pistas reais ou virtuais afim de compartilhar e aprimorar conhecimentos, debatendo e se divertindo a cada historia regada a cavalos de potencia e muito combustível.

Deixe que aqueles que não entendem de automobilismo continuem a implicar dizendo sobre o fato de assistir corridas é chato e que não faz sentido ver dezenas de carros por varias voltas andando em círculos, te chamando de louco ou viciado por reconhecer X modelo apenas pelo som do motor, gastem seu latim soltando palavras ao vento contra você que não tem vergonha de dizer que é apaixonado por carro.



Espero que gostem e até o próximo post !


Fusca: Meio de transporte com jeito de carro


Por dentro das entranhas do simpatico alemão
Por Augusto Aldon.

Fusca, Käfer (Alemanha), Carocha, Fuca, Fuque, Funascar, Besouro, Beetle (Estados Unidos) e entre vários outros nomes ao redor do mundo, fez do pacato "sedan" da Volkswagen  recordista de produção e icone de cultura pop.

Com sua produção iniciada em 1938, o projeto consistia em um carro com mecânica simples e com desempenho considerável, com o apoio do governo alemão (Tio Adolf amou o projeto) com ímpeto de ter um veiculo base para varias finalidades.

No período pós guerra, os sedans da Volkswagen, ganharam o mundo sendo vendido em vários países com pequenas modificações dependendo de onde era comercializado.

O modelo ganhou muita força durante a virada para os anos 60 no auge do movimento Hippie e nos anos seguintes sendo astro de filmes, no papel do simpático Herbie.
 
 O fusca de primeira geração superou a marca de carro mais vendido do mundo em 1972 (pertencia ao Ford T), tendo o posto imbatível até 2006, 3 anos após ter saído de linha.

Já aos 59 anos de idade a primeira geração do modelo (já com alguns facelifts), dividiu espaço com a segunda geração apartir de 1997 sendo batizada de New Beetle que ficou em produção até 2011.

O New Beetle teve grande repercussão assim como seu antecessor, com um grande sucesso entre o publico feminino ( ganhando o titulo de carro mais gay, segundo pesquisas ).

Atualmente o Fusca vive sua terceira geração, com um visual mais baixo e agressivo e linhas que lembram a geração clássica do modelo com o ímpeto de atingir todos os tipos de publicos.

Nova geração do Fusca com apelo ao visual retro.

O fusca ao longo destes 77 anos de muita historia, ganhou muitos fãs e admiradores ao redor do mundo, virando um ícone dentro do ramo automobilístico, ganhando trocadilhos e comparações graças a sua popularidade, sempre com um lugar reservado dentro dos corações de GearHeads.

Afinal, Fusca, Pardal e Capim......todo lugar tem ! (não resisti rs).


   
  

 

←  Anterior Proxima  → Página inicial